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Sabores de Alexandria – comida egípcia


Mais um post sobre comida. Ontem Musta ficou conversando com a mãe e relembrando como fazer um prato típico de Alexandria: Keshk bel gamberi (traduzindo: keshk – sei lá qual a tradução na verdade ehehe – com camarão).

No começo, confeso que achei os ingredientes um pouco estranhos e quase fiquei com nojinho ahaha Coisa que aconteceu muito no Egito, mas só me serviu para demorar para experimentar as coisas boas. Eu sou meio chatinha para comer, e na verdade se fosse menos medrosa teria comido mais coisas gostosas que hoje não encontro no Brasil.

Mas bem, voltando ao jantar de hoje, Musta falou que ia fazer. Eu lembrei que nunca tinha visto isso no Egito.
– É porque lá você era cheia de nhé nhé nhé, então nem fazia essas coisas!! – ele respondeu.

Então, ele pegou mais ou menos 500 gramas de camarão médio, tirou a casca, cabeças e sujeirinhas. (tenho nojo de fazer isso, só compro se estiver limpo ahah mas como ele é de Alexandria, fez tudo rapidinho)

Aí ele pediu os ingredientes:
– 3 colheres de sopa de arroz
– molho de tomate
– 1 colher de farinha de trigo
– cebola
– alho
– cardamomo
– pimenta do reino (compramos sempre a inteira e moemos em casa)
– óleo
– hortelã seca

Confesso que achei isso uma mistureba sem tamanho e pensei, vai dar me@$%%. ops, não posso dizer o que pensei.
– Mas que coisa esquisita, não quero nem ver!! – disse e ele ficou bravo.

Passados uns minutos, pediu minha ajuda para fritar a hortelã seca no óleo (ãhn??)… reclamei e falei que aquilo era muito ruim. Musta ficou bravo de novo comigo e mandou eu fritar. OK.

Bom, só sei que ele mistura o resto dos ingredientes e vira uma espécie de pasta, e por cima joga essa hortelã frita. E depois se come com pão árabe.

Ficou assim:

Esses pretinhos são a hortelã frita

Sirva em pedaços de pão árabe

 

 

Preciso dizer que comi tudo? ahaha Delíciaaaaaaa!!! Um sabor diferente, a hortelã ficou suave e o camarão, hummmm. Preciso aprender a ser menos preconceituosa com comida.

Onde saborear comida egípcia em São Paulo?


Não sei se pelo blog deu pra perceber, mas eu e Musta adoramos cozinhar e comer coisas boas por aí. Não é muito comum a gente sair pedindo comida árabe ou indo a restaurantes que se auto-denominam árabes, porque na verdade o que encontramos em São Paulo é basicamente comida Síria e Libanesa, que apesar de ser deliciosa, não tem quase nada a ver com o que se come no Egito. Então não dá aquela sensação de “revival” sabe, quando vemos restaurantes árabes diversos.

Primeiro ponto, é que no Egito não se come quibe e esfiha. No Egito o mais comum são grandes tortas de massa fininha parecida com pão (a massa não é massuda igual de esfiha, é quase um pão árabe), com recheios variados. Em Alexandria, é comum ter estas tortas de frutos do mar, mas a minha predileta era de salsicha ehehe A de carne moída também sempre achei muito boa. Em São Paulo, o mais parecido que achei com esta torta foi o Beirut vendido no Lig Esfiha. Veja neste link as fotos: http://www.ligesfiha.com.br/perdizes/beirutes.html . É bem gostoso, recomendo o de filé mignon e custa R$30 para duas pessoas com 6 pedaços, mas sinceramente não dá para comer mais de 2 pedaços, pois é bem pesadão!

Bom, e meu koshary, falafel? Onde encontrar? Como os restaurantes aqui de comida árabe não têm nada de egípcio, é difícil encontrar algo que vá além do arroz com lentilha ou com macarrãozinho. Além disso, tem muito restaurante árabe aqui que cobra preços absurdos por comidas ridiculamente baratas, e o gosto fazendo em casa ainda é melhor. Por isso nem piso num Almanara da vida, acho jogar muita grana fora. No meu bairro tem um que todo mundo adora, chama Arabesco, mas sinceramente, cobram demais para fazer uma comida caseira.

Mas nada que não se dê um jeito. Uma rede de comida por quilo de altíssima qualidade apareceu em São Paulo faz uns 2 anos, e está em alguns shoppings. O nome em árabe tá todo errado, chama Kalili, mas ninguém se arrepende de entrar lá. O preço do quilo é uns R$45, é caro, eu sei, mas para o padrão de São Paulo está bem normal. Bom, o local tem vários tipos de saladas árabes, a parte de quibe esfihas e o melhor de tudo, a grelha. Lá você encontra um kebak bem parecido com o que se come no Egito, a kofta é muito boa também. Mas no buffet, você encontra tudo que um egípcio quer: tahina, falafel, cebola fritinha (que misturada com o arroz de lentinhas e tahina, até que lembra um koshary), pães e salada de repolho. Eu geralmente pego um pouco de cada e encho de pão árabe, pois egípcio adora comer tudo com pão, fazendo conchinhas, e é assim que nesse quilo dá pra virar um verdadeiro egípcio, fazendo conchinhas com kofta, tahina e outros temperos. Eu sei que tem no shopping Bourbon, shopping Higienopolis e no shopping Vila Olímpia. Obs. Não confunda com a casa de chás Khan el Khalili, que é outra coisa.

Casa da Ma e do Musta: aqui tem tudo, até frango frito inteiro, arenque (eca) e outras receitinhas. Mas pra falar a verdade, o que menos tem nessa casa é comida egípcia. Musta não sente muita falta e a comida brasileira (arroz e feijão) é mais saudável e fácil de cozinhar.

E vocês, encontraram alguma comida egípcia já em São Paulo?

 

 

Comida egípcia: renga (mas é ruim heheeh)


Sabadão passei no mercadão e maridão pediu um presentão :-D

Ele quis um tal de peixe seco, que come com cebola e tomate… Tá, procurei qualquer peixe feio e seco e achei o arenque. Liguei e perguntei: “Musta, o que vc quer é um peixe defumado, de boca aberta, seco, horrível que chama arenque?” Resposta afirmativa, e ele pediu para escolher os mais gordinhos porque pode ter caviar dentro.

Compra feita, já em casa, olha o bicho:

Aí Musta começa o preparo, com tomatinho, alho poró, limão e tahina… A, e tava cheio do tal caviar dentro (juro que prefiro sagu de uva ! )

Resumo: Musta comeu até morrer de gula, eu achei que ficou bonito e apetitoso no fim e quis experimentar. Mas é ruim mesmo… ele comeu sozinho e exagerou, tanto que agora diz que não quer comer nunca mais esse peixe de novo! ehehehe Ainda bem :-D

ps. esse peixe apesar de ser consumido no Egito desta forma, não é de lá. Ele vem da Noruega.

Tudo gostoso


Oi gente, quem gosta de comer? Eu adoro, e de fazer coisinhas também…

Agora finalmente minhas receitas foram aprovadas no site Tudo Gostoso e quem quiser arriscar pode conferir: http://tudogostoso.uol.com.br/usuario/571767-marina-e-mostafa/

Eles não aprovam qualquer receita, demorou um pouquinho mas passou ehehehe  Vou adicionar mais coisas hoje, mas talvez leve um tempo para ser aceito. Quem quiser perguntar algo é só escrever na receita dentro do site mesmo :-)

Espero que vocês testem!!

beijos!!!

ps. as receitas não são iguais em todas as casas egípcias, cada um dá seu toque especial, certo?  Meu charuto de uva, por exemplo, é vegetariano, sem carne :)

Sem reservas


Hoje vai uma dica televisiva. Meu atual programa predileto não está no canal aberto, mas espero que alguns de vocês tenham. É no Discovery Travel & Living. Anthony Bourdain é um chef americano que viaja para diversos países em busca das comidas típicas, mas é um programa que vai além de comer e beber, pois ele faz uma análise filosófica de várias coisas – as vezes pra mim o que ele fala faz muitoooo sentido – e eu viajo com ele todas as vezes.

Passa todas às quartas, 23hs. O programa chama Sem reservas. Ontem, liguei a TV no horário, fiel que sou, e qual minha supresa? Ele foi para o EGITO! Uma hora de puro deleite, adoreiiiii o programa, as ironias dele são muito iguais a que eu fazia… ahaha tipo Marina no Egito. Ele só foi mais legal na hora de comer, não ficou com frescura nenhuma. Adorei ele no café achando aquilo um porre – lugar de homem fumando  e jogando, que coisa de velho eheheheh.  Ele sentiu o mesmo que eu ao contemplar o deserto… e também não ficou empolgadão com o fato de ir para a pirâmides e topar com um monteeee de turista. Preferiu ficar de longe, só sentindo aquele poder. (tá certo que eu queria ver  mais coisas de turista também, fiquei só duas horas na pirâmide, foi meu máximo turista de Egito em 9 meses).

Ele mostrou também um lado B do Egito que  eu não conheci, seja indo num bar onde serve bebida alcóolica (tô fora), ou  quando visitou uma família bem simples do campo (da próxima vez vou querer fazer o mesmo!). Ficou totalmente fora dos hotéis ou lugares pra turista ver.

Só achei no Youtube sem legenda, mas quem pensa um dia conhecer o Egito real, vale a pena… e experimentem de tudo. Molokheya, que eu não gosto, ele adorou. Aí vai de gosto! eheheh Mas o programa eu recomendo (esta é a parte 1, mas vcs acham o resto na barra lateral do youtube).

ps. O Anthony já veio para São Paulo também. No programa ele detonou a cidade… achei que pegou pesado e foi em lugares muito ruins, pior que ainda terminou com uma feijoada e capirinha, horrível. Pra mim a produção dele errou, não achou personagens legais o suficiente, pois SP tem uma gastronomia excelente, basta saber onde ir.  Olha a descrição de SP que ele fez: “Parece que Los Angeles vomitou em Nova Iorque”.

Susto no Egito


Quando falamos de um lugar com uma cultura muito diferente da que estamos acostumados, é normal que as pessoas acharem que vão encontrar coisas bizarras ou completamente fora do normal. Um dos grandes medos de quem vai para o Egito, por exemplo, é em relação as roupas que tem de usar, como se portar e, claro, o que tem para comer lá.

Pois bem, eu já estava no Egito há algumas semanas quando minha colega de aventuras Mellyssa nos chamou para passar uns dias no Cairo. Ela é outra brasileira casada com egípcio. Foi neste tempo que eu finalmente conheci as pirâmides, o Khan el Khalili, o museu do Cairo. Até então eu não tinha visto nada do Egito dos faraós, aquelas coisas antigas pelas quais as pessoas geralmente viajam para o Egito. Eu estava super animada de conhecer melhor o Cairo e ver tudo isso.

Passamos uns dois dia ótimos por lá, e eis que a família do marido da Mellyssa convida todos nós para um almoço na casa deles. Também era a primeira vez que Melly ia conhecer os sogros, momentos de tensão! Até então ela não era casada ainda, e este seria o primeiro encontro entre todos, e eu e Mostafa fomos convidados também.

No carro indo para a casa de Magdy (aliás, foi um dos lugares mais legais do Cairo que conheci, pois era uma casa com jardim, árvores e até mesa de ping-pong tinha lá. Coisa raríssima no Egito, pois praticamente 95% das residências são em prédios grudados um no outro), Mellyssa estava preocupada e pensou no que teria para comer.

- Marina, mas a comida de egípcio é como, tem alguma coisa estranha? – perguntou, pois até então ela só tinha comido em restaurantes, fast food, estas coisas.

- Não, é muito boa por sinal. Tem algumas coisas diferentes mas nada absurdo. – respondi.

- Como assim diferente? Me explica melhor.

- Ah, eles fazem sopa de rabo de gato, por exemplo. – falei séria, mas zoando com a cara dela, óbvio.

- O quêêêê??????? Você ta brincando comigo!!!??  – já estava histérica, juntando a tensão do encontro com o medo da “sopa”.

– Magdy, please tell me, do you eat soap made of cat? – perguntou em inglês pro noivo.

- Sure Melly, so good. – sem querer ele entrou na mentira, pois não entendia português.

- Yes we love it, sometimes with dog also – Mostafa ainda completou, pois já tinha visto a cara de pânico dela e entendido a mentira.

- Marinaaaaa, eu não vou comer estas coisas não, eu te juro que se servirem isso eu vou vomitar na mesa.

- Calma, mas é gostoso, você tem que tentar. – eu já estava morrendo de rir, mas nem assim ela se tocou da mentira.

Bom, só sei que ela foi o caminho todo perguntando detalhes da tal sopa de rabo de gato, desesperada de medo. Mas o pior ainda estava por vir. Chegamos na casa do Magdy, conhecemos os pais deles e isso até que foi normal. Ela começou a se acalmar, quando um dos gatos do Magdy entra na sala e, detalhe: ele não tinha rabo.

Quando a Mellyssa viu aquilo, gritou:

- Marinaaaaa, o gato deles não tem rabo!!!! Eles já comeram o pobre rabo!!!

- Ahh Melly, devem ter cortado pra fazer a janta de hoje!

- Marina, eu te juro, eu estou passando mal, to tremendo e suando frio.  – olhei para ela e estava pálida, branca e realmente totalmente alterada. As mãos tremiam e achei que era hora de terminar a mentira.

- Mellyssa, sua doida, é mentira isso!!! Calma, fica tranqüila, não tem sopa de gato aqui.

- Magdyyyyy, don´t lie to me!! There is no cat soap? – (Magdy, não minta para mim! Não tem sopa de gato?)

- Sure no, do you think Egyptians crazy like this? – (Claro que não, você acha que os egípcios são loucos assim?)

- Yes, I think… ohh my god… I am not feeling good…. – (Sim eu acho, meu Deus, não estou passando bem)

E assim ela foi se acalmando, e a medida que o medo passava, a raiva contra nós aumentava. Ela ficou super brava, mas no fim deu risada e jantou tranquilamente depois, mas é claro que ficamos tirando sarro da cara dela a cada refeição que ela fazia, dizendo que tinha bichos estranhos na comida… ehehehe

Moral da história: O Egito não é tão estranho quanto você pensa.

Café da manhã no Egito


Os horários das refeições no Egito são diferentes dos brasileiros. E a comida que se come, principalmente de manhã, também. Muito comum em vários países do Oriente Médio, o prático típico de lá para começar o dia é fol e falafel. Ou seja, feijão – que é preparado com tahina e limão, mas pode também ter tomate, pimentão e azeite – e bolinhos fritos de fava de feijão ou grão de bico com ervas.

Pareceu pesado? Mas é mesmo, e se a sua intenção é ficar numa casa egípcia, é bom se acostumar por causa de um simples fato: o almoço no Egito, em muitas casas, só é servido depois das 4 horas da tarde. Se você for a um jantar, então, provavelmente só vai comer mesmo lá pelas 9 horas da noite, por isso é bom forrar bem o estômago de manhã com estas coisas pesadas, ou vai passar fome mesmo eeheheh

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Molhe com o pão e hummmm - eu não gostava no começo, mas agora acho que parece comida mexicana eheheh

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Falafel... e muita pimenta do lado

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Não se assuste se você ver algumas mesas cobertas com jornais, isso é meio comum no Egito

Comidinhas no Egito


Eu sou da opinião de que, ao chegarmos num país diferente, não dá pra ficar querendo comer só McDonalds e Pizza Hut. Acho que a culinária também faz parte das viagens que fazemos e que dá para arriscar um pouco, na medida que os ingredientes forem sendo reconhecidos.

Confesso que sou meio chata com comida e tem várias coisas que para mim não dá, como carne com gordura e miúdos, por exemplo. Mas até que já topei comer muita coisa estranha, como pêssego com milho e torta de frango doce do Chile; rim de boi na Argentina e feijão no café da manhã americano. No Egito, não poderia ser diferente e algumas coisas mesmo antes de chegar eu já tinha ouvido tanto falar, que estava com água na boca.

Uma delas é a kofta. Aqui no Brasil as pessoas chamam este tipo de grelhado de kafta, mas não encontrei aqui com o mesmo sabor de lá. O certo é que a kafta é um espeto com carne moída, cebola, salsinha e especiarias, que no Egito é assada numa fogueira bem baixa, o que deixa algumas partes queimadinhas. Por lá, é possível encontrar isso como os “churrasquinhos de gato” que vemos no Brasil, nas ruas, e também em lojas especializadas nisso. A forma tradicional de comer a kofta no Egito é dentro de um pão gostoso, que eles chamam de “fino” e coberta com muito molho de tahina – cheio de alho, diga-se de passagem. Para completar, as lojas de kofta também sempre mandam uma saladinha junto, com cenoura, pepino e nabo. Mas só se você tiver vacina contra pimenta altamente poderosa se arrisque nesta salada, porque para mim aquilo era fogo puro!

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Kofta no espeto

Além disso, outra comida baratinha e que você encontra em todo canto é o koshari. Na verdade é uma mistureba que envolve macarrão, lentilha e outras coisas, além de uma cebola fritinha. Também tem um molho com alho que acompanha o prato. O koshari é daquele tipo de comida que você olha e fala “que horror!”, mas o cheiro é bom e você se arrisca. Depois da primeira colherada, acha interessante e assim vai, até você terminar o prato e ver que realmente aquela bagunça toda resultou em algo muito bom!

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Koshary egípcio

Fora isso, em Alexandria eles adoram comer partes estranhas do boi, como cérebro, rim, estas coisas. E uma das especialidades da cidade é o fígado, que eles chamam de kebda, preparado com muito cominho e pimentão. Confesso que não quis arriscar muito nisso, mas todo egípcio ficava revoltado que eu dizia que fígado é muito barato no Brasil e uma carne meio estranha para mim! Tanto foi que escapei do fígado todo o tempo que morei lá, mas chegando no Brasil não teve jeito. Mostafa logo já quis fazer o fígado e fui acompanhando o preparo. E não é que resolvei provar? Que coisa boa! O cominho dá um toque especial e no pão francês fresquinho fica ótimo. Quando eu voltar para o Egito, com certeza vou comer de lá também!

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sanduíche de fígado no pão fino

Lá existem outras iguarias que para nós soam meio estranhas. Como já falei em outro post, é muito comum você encontrar lojas lá cheias de coelhos e pombos vivos, pronto para serem abatidos e levados para a panela. Eu claro, morria de dó e jamais ia experimentar isso! Tentaram fazer o tal do pombo em casa um dia, todo mundo se esbaldando e eu “uiiiii”. Juro que tentei comer, mas para mim só o fato da comida ter forma já me trava e ver aquela coisinha na minha frente, com as perninhas cruzadas, não me animou em nada. Comi um pedacinho, só para falar que eu era fresca e que não queria comer sem nem saber o gosto. Acho que foi tão pequeno o pedaço que nem lembro que gosto tinha, mas o Mostafa me resgatou e tiroi do meu braço. Nestas situações, não se aflija: fale que realmente não gosta e apele para o Mo’omen, que é o melhor fast food do mundo, na minha opinião… eheheh e é uma rede egípcia que entrega rapidinho em casa! Olha o site deles aqui.

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vai um pombinho aí?

Bom, fora isso tem muito mais coisas boas, como a fattah, o arroz com cebola queimada (é uma forma diferente de preparar que fica muito bom, para comer com peixe) e o famoso mahshy (que é charutinho de uva, só que lá eles não fazem com carne e é super levinho, uma delícia!).

Já as sobremesas são uma festa à parte, outro dia falo sobre elas.

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