Brasileiro é fanho?

Segundo o Mostafito, português é uma língua estranha pra caramba… no começo ele já achava ridículo como a gente tem uns sons bobos, tipo ããã.

Aliás, no começo ele não sabia fazer nosso som fanho e não conseguia pedir pão na padaria. Uma vez ele foi e pediu dois “pao” franceses…O cara respondeu: “Amigo, aqui só tem brasileiro!”  (ahaha desculpa a piada suja, mas foi verdade e eu quase morri de rir)

Então agora quando tiram sarro da gente, não se sente só neste mundo. Ele é viciado em stand up comedy e achou isso ( realmente  o cara é bom, vi uma dele falando de indianos q gargalhei alto):

E aí, vocês concordam que a gente fala fanho?

E só pra completar, veja ele explicando porque o ocidente acha os árabes muçulmanos terroristas, GENIALLLLLLLL:

11 comments junho 8, 2010

Pelo fim imediato do bloqueio a Gaza

Meu texto anterior não tem relação com minha grande oposição às atitudes do estado de Israel. Por isso, gostaria de compartilhar com vocês um abaixo assinado de uma ONG que respeito bastante, foi a mesma que pressionou e muito a aprovação da ficha limpa para nossas eleições, e agora estão ajudando nos protestos a favor de Gaza. É rapidinho e você pode se juntar às milhares de pessoas que querem um mundo com mais PAZ e menos injustiça.

***

O ataque mortal de Israel à frota de barcos humanitários que iam em direção a Gaza chocou o mundo.

Israel, como qualquer outro Estado, tem o direito de se defender, mas isso foi um uso abusivo de força letal para defender o bloqueio vergonhoso de Israel a Gaza, onde dois terços das famílias não sabem onde encontrarão sua próxima refeição.

As Nações Unidas, a União Européia e quase todos os outros governos e organizações multilaterais têm pedido a Israel para acabar com o bloqueio, e agora a ONU convocou uma investigação sobre o ataque à frota. Mas sem pressão maciça dos seus cidadãos, os líderes mundiais vão limitar sua resposta a meras palavras – como eles já fizeram tantas vezes.

Vamos gerar um clamor global tão alto, que não possa ser ignorado. Assine a petição para exigir uma investigação independente sobre o ataque, a responsabilização dos culpados e o fim imediato do bloqueio à Gaza – clique para assinar a petição, e depois repasse essa mensagem a todos os que você conhece:

http://www.avaaz.org/po/gaza_flotilla_8/?vl

Esta petição alcançou 200.000 nomes em menos de 24 horas e já teve a sua primeira entrega para a ONU e líderes globais. Para ganhar ainda mais atenção, queremos alcançar 500.000 e entregá-la publicamente outra vez. Somente assim mostraremos aos nossos governantes que discursos e notas para a imprensa não são o suficiente — cidadãos estão prestando atenção e demandando ações concretas, o momento é agora.

Enquanto a União Européia decide se irá expandir suas relações comerciais com Israel, e o Obama e o Congresso Americano definem o orçamento para ajuda militar a Israel para o ano que vem, e vizinhos como a Turquia e o Egito decidem seus próximos passos diplomáticos – vamos fazer com que a voz do mundo não seja ignorada: é tempo de verdade e de responsabilizar os culpados pelos ataques aos navios, e é tempo de Israel respeitar o direito internacional e acabar com o bloqueio a Gaza. Assine agora e passe essa mensagem adiante:

http://www.avaaz.org/po/gaza_flotilla_8/?vl

A maior parte das pessoas em qualquer lugar ainda compartilha o mesmo sonho: que haja dois Estados livres e viáveis, Israel e Palestina, que possam viver em paz lado a lado. Mas o bloqueio e a violência usada para defendê-lo, envenenam este sonho. Como um colunista israelense escreveu para os seus compatriotas no jornal Ha’aretz hoje, “Nós não estamos mais defendendo Israel. Nós estamos agora defendendo o bloqueio (a Gaza). O bloqueio por si só está se tornando o Vietnam de Israel.”

Milhares de ativistas pela paz em Israel protestaram hoje contra o ataque e o bloqueio, em passeatas desde Haifa até Tel Aviv e Jerusalém – se unindo a protestos ao redor do mundo. Independente de que lado atacou primeiro ou deu o primeiro tiro (o exército Israelense insiste em dizer que não foram eles que iniciaram a violência), os líderes de Israel mandaram helicópteros armados de tropas pesadas para atacar uma frota de navios em águas internacionais, que levava remédios e ajuda humanitária para Gaza, gerando mortes desnecessárias como conseqüência.

Não podemos trazê-los de volta. Mas talvez, juntos, nós possamos fazer deste momento trágico, um ponto de virada – se nós nos unirmos em um chamado de justiça inabalável e um sonho de paz inviolável.

Com esperança,

Ricken, Alice, Raluca, Rewan, Paul, Iain, Graziela e toda a equipe Avaaz

Saiba mais:

Entenda como funciona o bloqueio à Faixa de Gaza:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/05/100531_entendabloqueiogaza_ji.shtml

Israel ataca barcos que tentavam furar bloqueio de Gaza e mata ativistas:
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/05/31/israel-ataca-barcos-que-tentavam-furar-bloqueio-faixa-de-gaza-mata-ativistas-916736797.asp

Comunidade internacional condena ataque de Israel à frota humanitária:
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/743257-comunidade-internacional-condena-ataque-de-israel-a-frota-humanitaria.shtml

3 comments junho 7, 2010

Minha ingênua visão sobre Israel e Palestina

Aviso: este post pode ser um pouco polêmico.

Agora que aconteceu isso com a flotilha de ajuda humanitária, mais muçulmanos que estão nas minhas listas de contatos em redes sociais estão tratando Israel como o diabo na terra e o sionismo como o “novo nazismo”, como se a expressão em si não fosse absurda.

Primeiro, acho que comparar qualquer coisa com nazismo é forçar a barra ao extremo. São duas épocas diferentes, conceitos diferentes. Pelo que eu saiba, não existe campos de concentração de palestinos com tortura, câmaras de gás de extermínio amplo e trabalho escravo forçado em Israel. Aliás, é um dos países que dentro do belicoso oriente médio mais se desenvolveu – com ajuda dos EUA e outros grandões, claro, mas não dá para se negar que o país soube aproveitar bem os recursos que recebeu, ao contrário de outros árabes que tem muito petróleo e só agora estão investindo na população em geral.

Então, acho muito complicado julgar um povo como um todo, querer o extermínio de uma raça e religião como muitos tem pregado. Me dá até medo deste tipo de reação, pois é o mesmo tipo de coisa que condenamos em outros povos, como o patriotismo americano, o xenofobismo europeu. Dói ver muçulmanos agindo da mesma maneira, quando lhes é conveniente.

E não, não concordo com a forma que o estado de Israel foi formado e como eles pressionam o povo palestino e os impõe uma condição de vida sub-humana com bloqueios e ataques. Mas a história não é tão simples e fácil de ser contada. Para se ter idéia de quão complexa se tornou a questão, até mesmo um país árabe muçulmano como o Egito, que controla Gaza, fez bloqueio aos palestinos. Lembro que quando estava fazendo minha papelada no Egito, existiam sempre filas separadas para os palestinos, seja para visto ou outras coisas, pois o caso deles é muito delicado.

Eu posso ser muito ingênua e pacifista, mas acredito que a religião não sirva para nos separar dos outros, mas sim buscarmos a diplomacia e a serenidade para encontrarmos soluções que envolvam a menor perda de vidas possível. Pode até parecer impossível às vezes, mas temos grandes exemplos de pessoas que no nosso tempo agiram com paz e tiveram grandes conquistas, como Mahatma Ghandi, Madre Teresa e Nelson Mandela. Se estas pessoas não representam nada para você, pense então nos exemplos da sua religião. Eu tenho na minha mente vários, como Jesus e Mohammed.

Então, só me resta na minha existência insignificante e que em nada influi neste mundo, rezar para estar viva no dia em que seja encontrada uma solução pacífica e diplomática para Israel e Palestina. Que sejam dois estados, ou o “Palestiel = palestina+israel”, ou qualquer coisa boa para todas. E que eu não tenha que ouvir mais absurdos de tiozinhos do Irã, tipo holocausto não existe e vamos fazer uma bomba, já que Israel tem, ou que vale a pena ser homem bomba para defender meu direito, ou que fui escolhido para ter tal terra e por isso é meu direito matar até quem mesmo já vivia ali.  Ou que D’us ou Allah, ou até mesmo Deus, são coisas diferentes…

Sou boba, né?

12 comments junho 3, 2010

Os “foras” da mídia

Legenda da imagem no site do IG: Ativistas comemoram libertação no ônibus que os levou para a Jordânia (foto da AFP)

***

É complicado botar um jornalista dentro da uma redação para fazer legenda sobre algo que ele não tem a mínima noção, né? Para quem não sabe, levantar o dedo indicador assim é o mesmo que dizer “La ilaha illa Allah” – Creio somente em um Deus e adoro somente a Ele, a profissão de fé de todos os muçulmanos.

Ou seja, eles naõ estão fazendo a nº1 da 51 nem dançando marchinha de carnaval, não estão celebrando, mas dizendo sua profissão de fé.

****

Sobre o que aconteceu em Israel, não vou nem discutir, pois isso levaria mil posts e até eu ter tempo para isso já passou o calor do momento. Só posso comemorar que o Egito finalmente abriu a fronteira de Raffah, mas creio que isso será algo só temporário, pois não acho que o Hamas vai deixar isso quieto e se fizerem algo o Egito não vai apoiar.

Mas só pra deixar uma polêmica, minha opinião se eu fosse a dona do mundo: criaria dois estados, um de Israel e outro Palestino – com terras de Israel, não de vizinhos árabes. Enquanto um não aceitar a existência do outro, vai continuar a mesma briga lá. Às vezes nas relações internacionais, temos que defender o que não achamos justo, apenas na busca de um bem maior.

2 comments junho 2, 2010

Relembrando o Egito

A relação com os lugares que a gente passa na vida vai mudando conforme o tempo passa. Em relação ao Egito, já fui do amor ao ódio, da saudade ao descaso. Varia, nossa vida vai acontecendo e a forma com que nos relacionamos com as coisas também pode amadurecer.

É muito diferente ir num lugar para turismo ou para viver, e se estamos em tal lugar para começar a vida, ou só pra curtir. E o mesmo que eu senti, meu marido também sente em relação ao Brasil. Tem horas que ele detesta isso aqui, outras está calmo e parece mais nativo que muitos brasileiros. Ele ainda se irrita com o fato dos brasileiros sempre apontarem defeitos nos outros lugares, mas não verem o montão de defeito que temos aqui também. (por ex., adoram falar que o Egito é sujo, mas ele vê sujeira o tempo todo em São Paulo!! eheheh)

Mas já estou fugindo do assunto, eu estava é a pensar no Egito. Temos tantas coisas e planos agora, que o Egito ficou lá pra trás nas nossas prioridades. Nem eu nem meu marido pensamos em ir lá nos próximos anos, nem mesmo a passeio, e não é por não adorar o lugar, mas simplesmente porque o mundo é muito grande pra ficar sempre indo no mesmo lugar se tivermos oportunidades!! É assim que pensamos, temos outras prioridades e sei que vai demorar muito ainda pra eu pisar no Egitão de novo.

E acho que até por ter ficado com a imagem do país como um sonho, lá atrás, e sem saber quando volto, você acaba criando uma imagem esfumaçada, as coisas que não gostava fui esquecendo, lembro só de coisas boas, até porque foi lá que conheci meu amor, nos casamos e tudo que existe de melhor na minha começou. Aliás, já falei pra vocês que meu marido é o que mais AMOOO neste mundo…

Bom, pra terminar este post doido, vou abrir minha caixa de memórias e postar umas fotos minha no Egito, espero que gostem, muitas algumas já devem ter visto.

no Cairo

morango por quilo... ahhh amo

morango por quilo... ahhh amo

Alex

não é Cancun, é Egito eheh

12 comments maio 29, 2010

……….

às vezes fecho o olho e imagino que estou sentindo o ar quente da varanda. Torço para abrir e ver o mar azul turquesa de novo e os golfinhos na piscina bem em frente.

Gente, se existe depressão pós-Cancun, acho que estou tendo isso… pior que não dá pra ir em Santos e curar ahahaah

7 comments maio 22, 2010

Muçulmano não é bicho de sete cabeças

A gente acorda com cara amassada.

A gente escova os dentes.

A gente come o mesmo que você (tirando porco, claro).

A gente ama, sofre, ri e chora.

A gente não morde nem é chato, aliás, somos tão normais quanto qualquer pessoa.

Na maior parte dos casos, a gente passa despercebido em qualquer lugar, porque não tem nada que nos diferencie dos demais, a não ser que seja uma mulher que use o véu (o que não é meu caso).

A gente trabalha, estuda, vive e batalha.

****

Mesmo com tudo isso, o pessoal ainda sempre se assusta quando descobre que sou muçulmana. Quando falo que meu marido é do Egito, claro que isso vai envolver perguntas sobre cultura, e a gente acaba chegando no Islã.

E geralmente as pessoas me fazem uma pergunta pouco comum para quem é “normal”: Qual sua religião? E eu respondo sem problemas. Claro que dá um sustinho (será que se não fosse por minha história, eu não faria o mesmo?), mas acho que me conhecendo por uns dias todo mundo vê que sou do bem e não uma “talebã” :-D  ( Aliás, não custa repetir para quem está conhecendo o blog agora: Talebã não tem nada de islâmico).

ps. gente, não posso mais mexer no blog todo dia. Minha vida mudou pra valer agora, então vou tentar postar pelo menos uma vez por semana, mas não será com a frequência de antes! OBRIGADA A TODOS QUE ESTÃO SEMPRE POR AQUI!

15 comments maio 19, 2010

Tô de mal

obrigada por quase mil acessos desde o meu último post mas somente 1 comentário!! assim não escrevo mais, não sabem que blogueira fica de mal humor se ninguém fala nada? Nem que seja “odieiiiiiii” !!!!

10 comments maio 13, 2010

Os árabes nas negociações

Todo mundo sabe que os árabes tem fama de bons comerciantes. Eles sabem barganhar, pechinchar, ao contrário de São Paulo, onde as lojas botam preço em tudo e você lida com um funcionário, não o dono da loja, no Egito geralmente a negociação de algo é direto com o dono do estabelecimento. Isto permite que a compra de um produto seja uma grande aventura, já que paga menos quem sabe chorar mais.

No Egito, se você é gringo, já começa de um preço bem mais alto. E bota alto nisso. Como estava sempre com o Mostafito a tira colo e eu sempre me vestia como as egípcias, entrava de cabeça baixa e só apontava o que queria, e era ele quem falava. Com isso comprei uma shisha (aqueles narguile) pequena de vidro por apenas 10Le, o equivalente a uns R$ 3,50, enquanto vi turistas pagando 40 dólares pela mesma!!! Quando eu estava sozinha, tentava falar o menos possível com meu escasso árabe, para tentar me passar por nativa. Algumas vezes deu certo, quando só perguntei o preço e já achei barato. Agora na hora de falar “quero meio quilo” e detalhes, os caras sacavam. Mas pelo fato de ser muçulmana e usar véu – e de estar em Alexandria, que é uma cidade muito mais dócil que Cairo – nunca levaram vantagem pra cima de mim. Ás vezes até doces ou algo da loja me davam, por tão satisfeitos de verem uma brasileira de hijab por lá. Eu sempre dizia que era casada com egípcio, não sei se isso influenciava, mas nunca me senti lesada no Egito nas compras. Já falei com outros estrangeiros e brasileiras que moram no Cairo e nunca tiveram uma boa experiência nas compras, elas dizem que sempre são enganadas ou tentam vender mais caro para elas. Graças a Deus que não passei por isso!!!

Bom, mas voltando ao estilo árabe de negociar, eu achava que isso nunca seria útil para nossa vida aqui pros lados da América, já que pelo menos em São Paulo isso não é comum. Mas na nossa viagem para o México, felizmente encontramos um pedaço meio egípcio!! Olha a foto do mercado de artesanato, se tivesse umas shishas e umas especiarias, você bem que poderia dizer que estava no Marrocos ou Khan el Khalili!!! E eis que negociar faz parte do negócio.

E Mostafito (já falei que esse é o novo nome dele, ganhado no México) entrou em ação. Eu fico toda sem graça pra barganhar, não sei, o cara fala um preço e eu ou aceito ou procuro em outro lugar. Mas Mostafito ressucitou o espírito egípcio adormecido e nos garantiu boas risadas:

- Quero essa blusa, quanto custa? – pergunto no portuñol.

- 35 dolares, señora. – respondo o tiozinho.

Mostafito olha super sério, com cara de bravo e fala:

- Eu vou levar por 15 dólares, tá bom? Pode por na sacola. – fala com a maior cara de bravo.

- No, señorrrrrr, no posso, 15 dolares muy pocooooo!! 35 dolares!!! – não sei escrever espanhol, mas era mais ou menos isso que o cara respondia.

- Que é isso, comprei ali do lado por 10 dolares, você me vende por 15 e pronto. Cadê a sacola, pode botar! – continua e eu me escondendo de timidez eheheh

- No no no… – e a conversa fica nisso uns 2 minutos, até que Mostafito fala.

- Vamos fechar agora, 15 doláres e não se fala mais nisso. – termina.

- Cierto señor, gracias por tu compra!! – responde e aceita na boa sorrindo!!

E assim Mostafito nos fez economizar muitoooooooo. Eu estraguei algumas negociações, sou burra e às vezes falava “nãooo, mas a gente pagou mais na outra loja”, esquecia da tática e ele ficava p da vida comigo eheheh.

Bom, por esse estilo de negociação e as pirâmides lindas maias que vi, acho que esses mexicanos só podem ser primos dos egípcios… ehehehe

Parece um souk, não? Isla Mujeres

Madrecita e Mostafito nas ruínas Maias de Tulum

5 comments maio 11, 2010

Uma semana de sonhos

Eu sempre adorei viajar, conhecer novas culturas e lugares… aliás, acho que poucas pessoas não gostam, né? Mas nem sempre é muito fácil poder ir para um lugar diferente, às vezes a vida demanda algumas coisas imediatas e as prioridades mudam, sonhos às vezes ficam descansando do lado e deixamos para depois.

Mas eis que alguns pequenos milagres da vida sempre me acontecem. Eu me considero uma pessoa sortuda em diversos aspectos da vida, no amor, no trabalho, na família. E quem diria, sou boa também de promoções e concursos… E foi isso que me levou para longe semana passada: pro México.

Faz muitos anos que participo de concursos daqueles de frases, sabe? Tipo responda a tal pergunta e a mais criativa ganha. Já ganhei muitas vezes, mas coisas simples, como shows (já fui até conhecer artista gringo no camarim por conta disso), cosméticos e entradas para eventos de lazer. Desta vez, respondi uma promoção da TVA sobre o Filme Perdido para Cachorro (que é mega fofo e divertido) e ganhei uma viagem para Cancun. Nem preciso dizer que foi MARAVILHOSO, né? Pude levar ainda dois acompanhantes, então fomos eu, madrecita e Mostafito (o nome mexicano dele agora).

Agora me restam as saudades do mar azul, do hotel com tudo à vontade e camareira pra arrumar minha bagunça todo dia, as risadas do nosso portuñol, os momentos juntos em família :-) Ah, e claro, o nachos com chili e queijo fundido, comi DEMAISSSS!

9 comments maio 10, 2010

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Costumes do casamento egípcios, por uma egípcia:
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Quero saber mais sobre o Islã (leia todos estes posts):
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