Conversão por amor


Gostaria de começar um debate delicado… a mudança de religião.

Quando uma mulher se envolve com um muçulmano, muitas vezes ela também se converte ao islamismo. Porque será que isso acontece? Eu sou revertida, tenho meus conceitos individuais que levaram a esta decisão antes mesmo de eu partir para o Egito. Minha família é católica bem praticante (já contei que meu tio é padre, né?) e sempre participei da igreja tanto como espectadora como também por dentro, visitando seminários, debatendo conceitos, etc.

Pois bem, só sei que em meados de 2004 por aí, eu já estava bem desanimada com a religião. Eu até ia na missa todo santo domingo, mas muitas coisas não eram claras para mim, nem tudo eu concordava. Naquela época eu recebia em casa uma revista judaica, chamada Morasha (acho que era isso), porque meu tio padre estudava o judaísmo e não sei porque tinha dado o endereço da minha casa. Só sei que adorava a tal revista, lia sobre os rituais, via as receitas e entendia um pouco da história e preceitos. Comecei a ver que diversas coisas no judaísmo eram bem regradas, desde o que comer, como se comportar, a forma de rezar.

Na igreja católica, infelizmente, o que eu via era uma bagunça. Engraçado que desde esta época já me interessava por algo mais certinho e menos passional. Se fosse para ir na missa, eu preferia ir no mosteiro de São Bento, onde a missa era bem tradicional, com canto gregoriano. Em outras igrejas não dava mais, com aquelas bandas terríveis, cantores tremulantes e letras de músicas que te fazem parecer retardados. O último dia que eu fui numa missa foi justamente por conta desta zona: fizeram uma tal missa dos jovens, com pagode, rock no meio das músicas, achei aquilo uma falta de respeito que levantei no meio da missa e fui embora. Nunca mais voltei. Também não entendo estes cultos evangélicos que vejo por aí (não se ofendam, mas eu não entendo mesmo) com gente pregando com gritaria e músicas fazendo o povo pular, não sei onde está Deus nisso tudo, para mim parece só distração. E não é desta forma que devemos manter uma relação com Deus, na minha visão. Lugar de oração também não é terapia em grupo. Então essa coisa de abraçar o “irmão” do lado, dizer que o ama, estava bem longe do que para mim é ser devoto a Deus. E assim fui me afastando da igreja e da religião, passei a ser uma pessoa inerte em relação a isso, acreditava em Deus mas não pensava muito nisso também.

Só sei que em 2006 fui conhecer o Islã por algo que, ironicamente, é pecado: música árabe pop. Eu já tinha procurado muita música árabe no ano seguinte porque meu trabalho de conclusão de curso da faculdade era sobre a 25 de março e parte da trilha sonora foi árabe (olha como é a vida).  Bom, só sei que gostava do estilo e no ano seguinte meu interesse foi aumentando, quando descobri sites de troca de músicas e chats. Acabei conhecendo muçulmanos de tudo quanto é canto, e a religião sempre aparecia nas conversas. Quando conheci o meu marido, eu já tinha uma boa noção do que era o Islã e achava fantástico, assim como no judaísmo, como existia uma razão para tudo, uma forma de se fazer algo com base no texto religioso. Também fui descobrindo o que era a sunnah, que são as ações que o profeta Mohamed costumava fazer e devemos tentar seguir. E a sunnah não fala só de oração, ela fala de coisas do dia a dia, desde como devemos nos alimentar até como receber bem um vizinho em casa. E quanto mais você procura, mais você acha no Islã.

Claro que quando conheci o Mostafa, enchi ele de perguntas e meu interesse por religião voltou a crescer. Eu nunca tinha pensado em me converter, ainda mais para algo tão distante da minha realidade. Mas as coisas foram fluindo, quanto mais eu lia mais me interessa, o Mostafa me mandava textos sobre tudo que eu questionava, lia o Alcorão e eu o via rezar. Fui influenciada? É claro que sim, mas eu já era uma pessoa que há muito tempo buscava um sentido espiritual para minha vida, só não sabia como. Agora, uma coisa para mim, não existe: se converter pelo marido. Eu não me converti porque o Mostafa mandou, ou porque se não o fizesse, ele não se casaria de bom grado comigo.

Uma pessoa, na nossa visão, só se converte por realmente crer naquilo e ver naquela religião algo perfeito como código de vida e relacionamento com Deus. Mas, infelizmente, nem todos os muçulmanos são abertos nestas questões, e já vi muitos casos que as famílias pressionam muito ou até mesmo o marido fica dando aquele empurrãozinho básico para a religião. Nota: isso não é comum, pelo menos no tipo de família que me relacionei, mas já vi diversos casos de brasileiras que sofreram com esta questão. Outras assumidamente dizem que se converteram pelo marido sim, e para a família dele parar de encher o saco. Cada um tem sua consciência e sabe o que pode carregar nas costas.

Para ser muçulmano, basta acreditar em um só Deus, e que Mohamed é seu profeta. Eu acho complicado existir pressão por conta de religião, ainda mais por ser algo tão pessoal. E o problema que isto acaba prejudicando até as pessoas que, como eu, se converteram sim por amor ao Islã e verdadeiramente acreditarem na Sunnah. Quantas vezes já não me perguntaram se me converti por causa do meu marido? Milhares… já deu até briga na minha família pois já afirmaram isso na minha cara e deu bate-boca.

Hoje as pessoas entendem, aceitam melhor que sim, eu não sou mais católica por opção, e estou muito feliz com minha escolha. Mas aí, sempre aparece as bombas. A última foi esta reportagem que saiu no jornal O Globo, sobre mulheres de SP que se convertem ao Islã só para achar um príncipe das arábias. É cômico e triste ao mesmo tempo, principalmente por elas aceitarem se exporem deste jeito e, na minha opinião, pagaram um mico muito feio (algumas até foto do “passado” de biquini publicaram.. que nada a ver!!!!). Confira o texto aqui.

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eu fisgando meu príncipe das arábias

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Publicado em abril 29, 2009, em No Brasil, No Egito e marcado como , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 66 Comentários.

  1. Outro dia mandei um comemtario para vc e lhe respondo que aonde moro não tem uma pessoa Islamica por perto e trabalho esta muito dificil por aqui no Rio de Janeiro. Amo ler o sermão de despedida de Muhammed e me da força para acreditar realmente que ele foi o último profeta nesta mundo. E me chateia muito que o Al Corão não seja lido pelos Ocidentais como a Biblia é lida.

    • oi Lu, tem um centro islamico aí no Rio sim, não sei se é perto de onde vc mora… sei que é difícil estudar, mas tem muitos sites legais na internet que vc pode pegar artigos e entender mais coisas… se precisar de ajuda é só falar!

  2. Marina, este é para mim um tema bastante sensível também. Não é à toa que as minhas primeiras conversas com o A. foram sobre este tema. Para mim não se coloca a hipótese de uma conversão para agradar o meu namorado, ou a sua família. Na verdade eles também me aceitam bem assim! Claro que ficariam felizes se eu também partilhasse o mesmo credo, mas não é uma condição imprescindível para que gostem de mim.
    Por outro lado, percebo bem o que te levou a procurar o preenchimento da tu fé em outro local. Eu mesma não me revejo em muitas coisas da igreja a que pertenço, e em algumas estou mesmo em total desacordo. Esse “buraco” no meio peito deixa-me muitas vezes tristes, pois não o sinto como um problema de fé em si, mas sim de falta de crença na instituição que preside ao catolicismo.
    Bem, eu adoro o tema das religiões, isto daria para para muita conversa! (bem, mas já dá à muitos séculos, não é??)
    Bem, tenho a certeza que este será mais um daqueles teus post cheios de pontos de vista diferentes, em que todos aprendem um pouco mais!
    Obrigada por essa oportunidade!!
    Beijos!

  3. Prefiro aos muculmanos do que aos Evangelicos hehehe sorry mas eh verdade…

    li tudinho o que vc escreveu e mais o da globo, mto interessante, mas num sei o que sempre que leio algo assim me doi mto o coracao, literamente, me sinto mto mal, estou muito feliz com minha religiao, e acho que se vc se converteu eh pq num tinha se achado, se assim vc se sente mais perto de Deus isso eh o que importa, afinal como sempre digo Deus eh um so!

  4. Marina, bem interessante o seu post de hj, ficou claro q vc ja estava msmo a procura de algo q preenchesse o q o catolicismo nao lhe ofereceu. Quanto aos judeus,durante meus 25 anos de america sempre tenho trabalhado p eles, admiro mto seu jeito de praticar a sua religiao, seus rituais. Ja fui a sinagogas, o servico religioso deles e simplesmente maravilhoso!!!!!! Gosto de mta coisa no judaismo.
    Quanto ao meu habibe, acredite ou nao, mas ele me forcou a me batizar na igreja Coopt dele, mto contra os meus protestos, cresci no catolicismo, rezando o terco a noite 365 dias por ano,hehehehehe. Para mim um batismo estava de bom tamanho, afinal eramos os dois cristaos, que diferenca isso iria fazer? Na cabeca dele, muita! Me falou diplomaticamente q o catolicismo basicamente e uma baguncinha,hehehe, que cristianismo serio era o dos Cooptas, isso sim, que era respeito, isso sim q era missa, isso sim que era fe, mto jejum, mta oracao, mtos canticos. Afffff!!!!!! Conclusao, pra nao perder o habibe, me batizei de novo, dessa vez de dos pes a cabeca dentro de um tanque, eu tda de roupao branco parecendo um fantasma, num dia mto frio de fevereiro, no porao da igreja, que nem tinha tanto aquecimento assim. Conclusao, me tornei Coopta mas…. peguei um baita de um resfriado q virou pneumonia, fiquei tres meses em casa out of commission, literalmente quase morri, e td pq? Pra fisgar um habibe, que preco alto hein menina? Sobrevivi pra contar essa historia, passei entao a frequentar a igreja dele, menina, nada a ver comigo, nao entendia nada, e uma missa interminavel, os homens e mulheres sentam separados, as mulheres de veu, me vi pela primeira vez com um lenco na cabeca. Eu morria de tedio dentro daquela igreja, a minha unica forma de entreter, passar aquelas horas interminaveis, era… olhar despistadamente para o lado dos homens, e contar as carecas dos homens, que eram tantas, ficava impressionada. Parece uma epidemia nos habibys essa coisa de calvice, heheheeh. Um dia eu contei 60 carecas, falo serio! Chegando em casa disse ao meu habiby o que eu fazia durante a missa, pensei que ele fosse me metralhar, heheheheheh mas apenas me falou diplomaticamente que igreja e lugar p se rezar, e nao pra contar a careca dos homens. Chegamos entao a um consenso que sua igreja nao clicava comigo, que era melhor ele ir sozinho, e e isso que ele tem feito nos ultimos 8 anos. Fico em casa, nao frequento mais igreja nenhuma, mantenho minha fe em Deus e Jesus, estudo a Biblia, mas nao professo mais religiao alguma. Mas respeito quem pratica fielmente a sua.

  5. Concordo contigo, cada uma sabe o peso das suas escolhas. Tenho amigas que não se converteram e outras que se encontraram no Islã. Cada caso é um caso. Mas confesso que acho bem triste se converter da boca pra fora, mas não vivo a vida delas e não sei o peso de sogras árabes muçulmanas matracando na minha orelha, não deve ser legal…rs…

    Sobre a matéria do globo. Que triste isso. Eu tive essa imprensão qnd frequentei cursos para convertidas e algumas mesquitas em sp, para o meu tcc. Mas oque me impressionou foi o oposto. Várias revertidas solteiras com quem conversei deixaram de frequentar a mesquita pq não aguentavam mais as casamenteiras de plantão.

    Por outro lado, socialmente somos ensinadas que o casamento, filhos, cachorro e a casa própria são a receita da felicidade, junto com o corpo perfeito da barbie e aquela promoção. Acho que muitas ficam desesperadas qnd percebem o tempo passar e não casam.

    bjs

  6. Oieee!!! Olha eu aqui!! :)
    Primeiro, quero dizer que adorei seus comentários no meu blog!!! Obrigada! Principalmente aquele no qual v. explicou as diferenças entre burca e as outras roupas. Eu sabia que usava o termo errado, mas não sabia qual era o certo…rs.

    Quanto ao tema, já conversamos sobre isso. Eu acho rídiculo alguém adotar uma religião só para atrair um determinado tipo de homem. Acho que v. tem que se identificar com o que a religião ensina, como foi o seu caso!

    Ah, queria ter perguntar uma coisa: me disseram que no Egito não tem sinais de trânsito…é isso mesmo???? Menina, se for, deve ser uma confusão danada! Em Bangkok, que tem sinal mas as pessoas poucos respeitam, já é bem confuso. Imagina sem!!!

    Adorei seu blog e aos poucos vou lendo os posts. Tenho muito interesse em saber mais sobre a cultura árabe, islamismo, etc. V. mora no RJ?

    Beijos, Ju.

    • ehehe olha, até tem alguns sinais de transito, mas ninguém respeita! mas são pouquissimos, tipo qdo vc vÊ um farol até fala “olhaaaaa tem farol” ehheheh é uma loucura sem fim, dirigem que nem loucos

      eu moro em SP, não no Rio.

  7. Na religião que pratico, temos uma grande diversidade de pessoas. Umas que saem do culto xingando o motorista à frente, outras que vão correndo direto para casa porque precisam cuidar da família, dos pais já idosos ou dos filhos que não vão junto ao culto. Tem uns também que, alegres voltam para casa reabastecidos para suportar o pai alcoólatra ou a mãe que os abandonou porque já são crescidos e nem precisam mais dela. Ou até para enfrentar a guerra que tornou a família deles porque foram transformados em objetos de barganha entre pais separados. Tem velhos desafinados, adultos mal amados e jovens desequilibrados. Ah! Tem criança mal educada e que não para um minuto sequer atrapalhando a todos. Uma vez tinha um molequinho que não dava sossego para a mãe, e ela cansada olhou para o teto da igreja e viu uma figura de um pastor com suas ovelhas e uma em especial estava no colo deste pastor. A mãe então disse ao filho: Olha lá! Aquela ovelhinha no colo é você. A criança acreditou por um bom tempo e se sentiu amada e protegida. Cresceu e desceu do colo.
    Assim é minha Igreja. Ela tem um pastor que veio para cuidar de seu povo e prometeu que se uma delas se perdesse Ele cuidaria desta, porque não poderia perder nenhuma de suas ovelhas. Isto para mostrar Seu amor infinito por todos. Independente do que acontece ou do que a pessoa faz, ele está sempre de braços abertos a ir ao seu encontro e faz uma grande festa em sua volta. Fazer o exercício do amor é difícil, porque nos exige paciência, perdão, crença no outro, e muita esperança. Então o véu branco que eu usava quando criancinha para ir ao culto e o véu preto usado pelas mulheres casadas foi perdendo valor na medida em que o coração foi ganhando espaço. Os ternos e as “roupas de domingo” foram perdendo espaço para as bermudas e saias porque o valor mais importante é o que sai da boca e que vem do coração. E este culto passou a aceitar quem quisesse participar.
    Realmente é uma bagunça, ora tem jovens tocando em ritmo mais jovens, oras senhoras e senhores senis cantando. Mas todos estão num processo de busca a Deus que é Pai, Filho e Espírito. De um Deus que não nos deixa sozinhos e nos aceitando do jeito que somos, nos mostra o caminho certo a seguir. Que se alegra com nossos acertos e se esquece de nossos erros. Até disse um dia: “Atire a primeira pedra que não tem pecado”.
    Somos assim, católicos apostólicos romanos. “O que nos define não são as circunstâncias dramáticas da vida, nem os desafios da sociedade ou as tarefas que devemos empreender, mas todo o amor recebido do Pai, graças a Jesus Cristo pela unção do Espírito Santo…”

  8. Por imposição de ninguém mudaria meus conceitos ou valores. A não ser por decisão minha, pois caso o contrário estaria violentando a mim mesma. Para muitos a religião é uma refúgio ou fuga ou suplício. Quando um refúgio, é maravilhoso. Pois, encontra paz e orientação para a vida. Agora vivenciar uma religião qualquer imposta, elaborar uma oração vazia, assistir toda uma liturgia à toa? Eu particularmente não creio em quaisquer organização religiosa politeísta, monoteísta ou apenas filosófica. Creio em Deus, mas duvido dos que falam em nome Dele. Óbvio que existem excessões. Estatisticamente a fé contribui muito p/ a vida humana, o que incomoda são esses “perengues” teológicos; esse fulano(ou povo) é “de Deus”, são os salvos, certos ou escolhidos. E beltrano(ou povo) é “de Satanás”, são os impíos, errados ou perdidos. Por que as pessoas não podem se unir em benefício de tds, independente de religião ou política?

    • Eu tambem nao entendo Angelica,isso de ficar querendo provar que uma religiao eh melhor que outra..Eu sou catolica mas nao fanatica..tambem acho que tem coisas que nao aceito no catolicismo mas dai dizer que eh ruin o catolicismo nao digo..talvez eu que nao sou uma boa crista..Eu tambem nao mudaria por imposicao de ninguem nem pra agradar ninguem..Todas as religioes levam a Deus..

      • CONCORDO COM VOCE. EU SOU CATOLICA NAO PRATICANTE MAS ACHO QUEDEUS E SOMENTE UM E ESTA EM TODA RELIGIAO. NAO CONCORDO QUANDO UMA PESSOA MUDA DE RELIGIAO E FICA FALANDO MAL DA OUTRA.

  9. Olá Marina,
    esse tema é muito interessante. Infelizmente, algumas pessoas do nosso convívio(no meu caso, 99,9% são cristãos) não entendem a nossa curiosidade e vontade de conhecer o que veio além das revelações de Jesus. Esse foi o meu principal questionamento quando comecei a estudar o Islamismo (e, assim como você, na época, não tinha nenhum ‘príncipe das arábias’ no caminho).
    Eu tive educação católica, catequese e isso tudo. Pra mim, tinha terminado ali. E a verdade é que eu me revoltei muito porque percebi que nunca me questionei sobre o que veio depois. Isso me intrigou, me deixou triste e chateada(nessa ordem, rs).
    Procurei ler algumas coisas e passei a entender certos costumes tão distantes de nossa realidade. Aprendi a admirar essa religião maravilhosa. Mas ainda estou em fase de estudos. Tudo ao seu tempo.
    Hoje conto com a ajuda de um ‘príncipe das arábias’ mas(faço questão de dizer) não tem nada a ver com isso. Minha busca se deu antes e por motivos completamente diferentes.
    Grande abraço!

  10. “E assim fui me afastando da igreja e da religião, passei a ser uma pessoa inerte em relação a isso, acreditava em Deus mas não pensava muito nisso também.”

    Este trecho descreve muito bem minha situação. Certo que tive contato com o Islã de forma muito intensa a partir do momento que comecei meu relacionamento com o hubby, mas de coração procuro estudar o Islã.
    Eu sinto profundamente a necessidade de uma religião, embora até esta necessidade gere questionamentos em mim. É realmente complicado, mas espero encontrar respostas. Melhor ainda se vier de uma religião tão bonita.

    Não consegui abrir a página da globo… mas pelo que vc descreveu eu colocaria dentro do balaio do ‘cúmulo da modinha’.

  11. Concordo com a Angelica….eu tambem nao mudaria minha religiao por nada nem ninguem deste mundo…O que acho engracado que toda garota que se relaciona com mulcumano ela se converte e sei tambem que eles nao exigem isso..Aquela reportagem foi ridicula,e sao pessoas com nivel universitario que estao querendo os Arabes pra casar..Que ta acontecendo com as garotas do Brasil?Nao sou contra ninguem casar com Arabe mas trocar de religiao so pra casar ja eh demais..Quanto ao uso do veu simplesmente as pessoas olham porque eh diferente..como este tema religiao eh delicado deixa pra la…quem eh amigo nao se importa com estas coisas…vamos respeitar cada um com sua crenca..
    bju

  12. Atencao mulheres brasileiras a procura de homens estrangeiros para futuros maridos,habibes, hubbies, nao importa, quem avisa amigo e. Nos brasilieros podemos ate ter mil e um defeitos, mas somos um povo super limpo, tomamos ate mais de um banho diario, o bebe qndo nasce e lavado, a pessoa qndo morre e lavada, higiene p nos e fundamental. Qnto aos estrangeiros, falo aqui com conhecimento de causa, lido com ameiricanos, conheco europeus e meu habiby e arabe, no tocante a limpeza pessoal… vixxiiiii maria, que horror! Essa coisa de banho e so uma vez por seamana e olhe la, minha sogra tomava um banho por mes, minha cunhada egipcia e sua filha a mesma coisa, um banho por mes! Meu habibe nao gosta de escovar os dentes, isso tm e coisa seamanal, banho, se e no inverno e um por semana, se e verao dois, ou se mto tres, nem que esteja fazendo o maior calorzao la fora, mas nada do habibe pegar um sabao e cair debaixo do chuveiro, dorme azedo assim msmo. Os americanos, a maioria sao assim tbm, banho semanal, e qndo sao limpos sao limpos aos extremo. Mas os indianos,arabes e europeus, um horror, mas e um fator puramente cultural, veja bem cada um com suas manias, so q num casamento… vamos e venhamos q nos mulheres queremos um habibe limpinho e cheiroso, com suas partes privadas cheirando descente, q o negocio mesmo limpo ja n cheira la essas coisas, imagine com cheiro de gamba, faaaaazzz me favor! Ate hj nao me acostumo com esse pessimo habito do meu habibe, amo ele e tudo, mas nao consigo mudar isso nele. Mas como eu gostaria de coloca-lo debaixo do chuveiro e dar-lhe uma boa esfregada, ah,isso eu bem q gostaria. Mas fazer o que? Voces ai meninas, fiquem avisadas sobre esse pequeno grande detalhe, isso voces nao vao ler na Google, na Enciclopedia Britannica, na Livraria do Congresso Americano, falo serio, informacaozinha imperdivel pra voces ai futuras esposas de habibes.

    • fiquei chocada eheeheheh não conheci gente assim no Egito não!!!! aliás, além do banho, os muçulmanos se lavam 5 vezes por dia para as orações….

      acho que nestas coisas não dá pra generalizar desta forma!

  13. Marina:
    Desculpa eu estar novamente a fazer um comentário, mas não poderia permitir tanta contra-informação.
    Gostaria que as pessoas ponderassem bem antes de emitir uma opinião sobre um povo, crença ou raça. E saberem que não podem extrapolar para toda uma comunidade aquilo que viram em um individuo ou circulo familiar. Acredito que exista muita gente pouco higiénica por esse mundo fora, aqui na Europa também, agora isso não é, nem de longe nem de perto, uma parte significativa da população, nem é parte da nossa cultura.

  14. Olá!
    Marina, penso que quando estamos em busca de algo que nos preencha de fato estamos mais abertas à conhecer outros pontos de vista, culturas, religiões…
    Imagino que exista mesmo uma intensa pressão quando a noiva não é muçulmana e que isso de certa forma é compreensível. Que bom que com você não foi assim. Quanto à mudança de religião eu creio que se o Catolicismo fosse mesmo arraigado em seu coração, se te satisfizesse completamente e respondesse suas questões, você não teria revertido. E muita gente passa a vida insatisfeita e sem coragem de buscar o que quer, se acomoda e por isso não desenvolve a religiosidade inerente ao ser humano. Você buscou, você achou. E a coisa mais importante que o Catolicismo e o Islã têm em comum é a crença em um só Deus. E no fundo é o que importa, né? Por que de ídolos o mundo está abarrotado…
    Fique com Deus, querida.

  15. Caramba esta do banho me deixou pásmo,será que esta informação é correta ?nos filmes americanos e nas séries a gente vê outra coisa.

  16. Que bom que a sua história de amor teve um final feliz.
    Pelo pouco de li do seu blog vejo que você é uma mulher de idéias e de bom coração. Desde já te desejo tudo de bom e muitas energias positivas.

  17. Conheci seu blog através de outro e gostaria de comentar esse assunto, sou muçulmana revertida – alhamdolilah, e queria compartilhar uma historia…
    conheci uma senhora de 78 anos na Mesquita, ela Brasileira casada com um Palestino, ela era cristã e ele muslim, se casaram no Brasil e foram morar na Palestina, tiveram 5 filhos e ficaram casados muitos anos, ela não se reverteu ao Islam, achava bonito, fazia o que ele pedia, tipo usar roupas que não mostrasse o corpo, não comer carne de porco, usar a mão esquerda…enfim, tudo o que ela achava correto no Islam e ensinou aos filhos o Islam, infelizmente o marido veio a falecer e ela voltou ao Brasil com uma das filhas, por causa da situação da Palestina, dois filhos estão presos e os netos desaparecidos…Ela me disse, – eu fui muito feliz com meu marido, cada um na sua religião, ele nunca me forçou ele sempre dizia que me amava, independente de qualquer coisa.
    Passado um tempo da morte dele ela foi procurar a mesquita para fazer a shahada – subhannallah, por que ela percebeu que uma das coisas que fazia ela feliz era ver ele fazendo as orações e sentia falta disso, então resolveu que era hora dela se reverter e percebeu que era o Islam era que enchia o coração dela de PAZ.
    Ela ainda reforçou o que eu sempre digo as minhas amigas:
    O ISLAM É UMA RELIGIÃO ENTRE VOCÊ E DEUS, SE VOCÊ SENTIR TOCADA, VOCÊ ACEITA O PROFETA MOHAMMAD (SAAS), COMO O MENSAGEIRO DE DEUS E TEM PLENA CONVICÇÃO DE QUE IRA SEGUIR OS PILARES….REVERTA-SE , CASO CONTRÁRIO SEJA FELIZ COM O QUE ACHAR MELHOR!
    Engana-se quem se reverte só para encontrar um habib, é muito mais fácil eles conversarem com cristãs, até por que relacionamento(amizade) entre homem e mulher é uma coisa dificil no Islam, principalmente entre os árabes.

  18. Que história linda, manahil. Dava pra virar filme…rs…

  19. Desculpem, este comentário, mas… quem disse q toooodo brasileiro é “higiênico”? Somente por se molha td dia? Porque usa sabonete(???) no corpo td? Que tds usam escova de dentes? ENTÃO TÁ, HONEY !! Há pessoas q tomam 2, 3 banhos por dia E continuam azedos; pegam o sabonete( bom ou ruim ) p/ brincar de fazer espuma; usam uma escova d dentes(por vezes já “vencida”) talvez 1 ou 2 vezes ao dia, socam na boca mas sequer exploram 60% dela. Pois se eu “aaamasse” meu marido ñ o expunha dessa forma(nem sua mãe e irmã). Por acaso te passa pela cabeça, minha filha. Que assim como vc suporta “por amor” seu azedinho habib outras tbm o podem fazer? E cadê aqueles truques p/convencer 1 homem às delícias d um banho? De um banho nele de Lencinhos d Bebê, fofa!! Vc é que não sab é fazer as coisas. Ah!! Cansei. Detesto quem fala mal dos outros, TENHA OU Ñ RAZÃO.

    • tem uma coisa que aliás, me irrita no Brasil.. é o povo escovando os dentes em banheiros públicos.. o povo acha isso limpeza, eu acho meio desconfortável de ver e mto mais ainda de escovar num lugar público, encostar minha escova na pia pública…. eehehehe mas aí já é meu estilo, como vc disse, cada um vê limpeza de uma forma ehehehe

  20. COISA DESAGRÁDAVEL!!! QUEM TÁ INTERESSADA EM SABER DOS “PAÍSES BAIXOS” AZEDOS DE NINGUÉM?!? IIIIIGA. PROBLEMA DELA E DELE, ORAS!!!

  21. Marina, querida, vc deu sorte, sou sabedora q os mulcumanos lavam os pes antes das oracoes. Eu nao quero generalizar, apesar do estrago ja esta feito como o q escrevi ali em cima,heheheh,mas o diabo q aind n dei a sorte de ver um egipcio q gosta de tomar banho tdos os dias, se o seu habiby e limpinho ponha as maos pro ceu.

  22. Marina querida , adorei ouvir a sua historia , sou muçulmana desde que nasci Alhamdulilah , e fico muito feliz em saber que antes de se converter vc estudou varias religioes , isso é muito importante , e que bom que sua conversao foi de coração , porque infelizmente eu vejo que muitas se converter , pra se casar do tipo ” da boca pra fora” , infelizmente para ” segurar” seus casamentos , Alhamdulilah com vc foi diferente , me alegra muito .
    Mas digo uma coisa , é muito dificil a convivencia em um casamento de uma crista com um muçulmano , por mais que vc faça sempre vai ter algum problema , por isso nada melhor que a esposa se converta , mas como vc , de coração .
    Mas tem uma coisa que queria comentar aqui , que me doi profundamente , e tenho certeza que vc vai concordar , é a banalização do hijab , vi num post seu anterior explicando o verdadeiro significado do hijab , so que ainda existem pessoas que usam ele como um adereço de carnaval . Usam o hijab pra fazer bonito , como status do tipo ” olha tenho foto de veu ” , da mesma forma usam o islam como status ” Eu sou muçulmana ” como se ser é um status , do tipo , ” olha que chique” .
    Linda Marina , sou sua fã .
    Allah Hafiz

  23. Marina,

    como sempre seus post são ótimos e dão o que falar.
    Adorei o comentário da sua mãe, mostra o que é respeito…vc e ela expuseram suas opiniões, mas cada uma de forma respeitosa e individual Parabéns!
    É…já te contei muito sobre mim, inclusive criei um blog pra falar de religião…mas a verdade é que a mistura religiosa na qual fui criada sempre me fez questionar e questionar.
    Eu não sabia naaaaaaaada do Islã antes do habiby, e ele pouco me ensina…A única coisa que ele me pediu foi que eu lesse o Alcorão, e isso antes de nos envolvermos…
    Daí comecei a estudar por curiosidade, em relação aos costumes dele e a religião propriamente dita.
    Sou espiritualista, e por isso a muuuito tempo já questionava a Santíssima Trindade, embora eu tenha hábitos católicos arraigadíssimos. A explicação que encontrei no Islã quanto a esse questionamento me encantou… Aliás o Islã me encanta dia a dia, cada vez mais.
    Mas sou meio chata com essa coisa de religião…acredito que Deus saiba o que se passa no meu coração e que qualquer conversão que não seja sincera só fará mal pra mim!
    Habiby nunca me pediu nada…aliás quando falamos de religião ele é sempre reservado, responde minhas perguntas, mas não me força a nada. E admito que foi essa paz e essa reserva que me fizeram querer estudar a religião dele. Como alguém que professa uma religião que todo mundo diz que é sinônimo de radicalismo pode ser tão tranquilo e tão tolerante?
    Fora isso, achei o máximo um homem de 36 anos, mandão, metido e rei da verdade, admitir sua submissão a Deus! Achei o máximo ver os valores dele em cada atitude que ele tomava! Acho maravilhoso ver meu amor falar que reza por nós todos os dias, ele acordar pra rezar de madrugada feliz, ele ser tão temente a Deus….
    Mas ele já me explicou coisas de ordem bem prática como o fato de que filhos nossos serão muçulmanos…não é uma escolha…e vc já tinha falado disso né, Marina!
    Admito pra vc que só me preocupa a legislação do Egito, que é um país islâmico, certo? E que portanto uma esposa não muçulmana não tem direito aos bens do marido… Bem, como eu posso me casar com alguém que me diz que não preciso trabalhar, que é mais velho que eu, se em caso de uma necessidade não terei como sustentar meus filhos? Ai Marina…fala sobre isso pq isso me preocupa demais da conta.
    A reversão passa pela minha cabeça por causa das coisas que já li, mas existem muitas lacunas a serem preenchidas ainda.
    Quanto aos banhos, habiby toma tanto banho que às vezes eu acho que vai gastar a pele… Fora as abluções… e voltando a minha experiência de trabalho, os egípcios que conheci, jogadores de futebol, eram super limpinhos, viviam tomando banho e super cheirosos…

    beijos

    Magda

    • Magda, vc fez uma questão que é complicada mesmo… se vc não se converter, não tem os mesmos direitos de uma esposa muçulmana. Realmente é delicado, pois somos criadas aqui no Brasil para trabalhar, termos nossa vida… até por isso não ficamos desamparadas, pois botamos a mão na massa.

      Olha, eu mesma sendo muçulmana optei por continuar trabalhando e estou feliz assim, meu marido também! é só questão do conversar e ver o que e melhor para os dois.. ou peça um dote alto que te garanta algo em caso de divórcio ou morte dele e mantenha numa conta, por exemplo.

      • Ui….
        lembra quando você contou da mancada que vc deu com o dote? Aliás, eu ri muito com aquele post. Se não for pro-forma, pra constar no papel, eu não ia gostar de receber dinheiro pra casar não…..rsrsrs….cinquenta centavos tá bom!
        E pro A. Badie, eu parar de trabalhar é a coisa mais lógica do mundo! Porque ele usa a lógica que se eu trabalho pra me sustentar, se eu não vou mais precisar me sustentar eu posso me dedicar à nossa família.
        Só que quando eu parei pra pensar, eu vi que muito da minha personalidade foi construída trabalhando. Eu acho que não sei mais ficar a toa e eu ADORO trabalhar.
        Ele disse que nós veremos isso aqui, se eu quiser trabalhar tudo bem.
        Mas aí a cultura dele falou mais alto, ele tem 36 anos e não é tão modernitcho assim… Eu continuar trabalhando pode significar muita coisa, mas que eu tenho que tirar o meu cavalo da chuva, porque trabalhar com a FIFA, com futebol e muiiitos homens a minha volta, nem pensar.
        Ele ficou IRADO quando eu falei que queria ir fazer a próxima copa de beach soccer. Foi até engraçado…ele ficou BRAAABO e disse assim: Esquece DUBAI, nada de DUBAI, você vem PRO CAIRO!!!!
        bjs

        Magda

      • Marina,
        meu medo não é nem do meu sustento…eu me viro!
        Mas já imaginou meus filhos, sem o pai e eu sem renda? Deus meu!
        Como posso ter filhos com tranquilidade sabendo que se o pai faltar não tenho direito a nada para ajudar a criá-los.
        Eu sei que os babys serão muçulmanos, mas e a custódia dos bens dos little ones?

  24. sorte de voces q encontraram habibes limpinhos e cheirosos….

  25. Salam, Má!!!

    Aqui estou novamente, após um tempão sem comentar!!! Amei este post, serve pra acabar com esse estereótipo de que brasileira só é muçulmana por ter casado com um… Como vc sabe, me converti quase dois anos antes de me casar, por ter me sentido como vc, com esse vazio no peito e necessidade de buscar a Deus para preenchê-lo. Não consegui ler a reportagem, não conheço essas mulheres, mas acho muito triste quando a conversão tem qualquer outra finalidade que não a fé em Deus único e em Mohammed como mensageiro de Deus. Porque essa mudança só é válida quando vem do coração.
    Para Dolores: olha, eu realmente não entendo sua situação… Meu marido é muito limpo, graças a Deus, e lá o que vi são costumes muito mais higiênicos que os daqui, como, por exemplo, depilação e o uso de água após usar o banheiro (meu marido acha totalmente nojento esse negócio de papel higiênico, e é mesmo).
    Beijos de mais uma sortuda!!! hehehehe

    • ehehehe Kariminhaaaa vc voltou!!!

      eu tb sou sortuda, tenho um marido viciado em perfume do Jaboticaba, ops, Boticário

      • Bah…. eu começava a tossir de tanto que os egípcios se perfumavam. Todos perfumes caros e ótimos, mas como eu sou alérgica, quase morria.
        E eu achava hilário o quanto eles tomavam banho.
        2, 3 vezes ao dia.
        O A.Badie chegava de um passeio na rua, conversava 3 minutos e dizia: I will take a shower!
        Pára, habiby, que vai gastar!!!!!!!!!!!

  26. Quero deixar claro aqui q o meu habibe mantem os paises baixos dele em estado de limpeza satisfatoria.

  27. A QUEM POSSA INTERESSAR INFORMAÇÕES SOBRE DIREITOS DAS MULHERES AO CASAR NO EGITO, O SITE DA EMBAIXADA BRASILEIRA DISPÕE D VÁRIOS ESCLARECIMENTOS. http://www.brazilembcairo.org/REGISTRO%20CIVIL.htm
    UM BJ À TDS

  28. Ola, brigada por visitar meu blog. Seu comentario bate mesmo com algumas postagens que ja fiz no blog.Sempre falo das vantagens e desvantagens de um amor com egipcio ou homens estrangeiros. Um numero de jovens meninas que me escreveram e foram capazes de ir ao egito escondido da familia, tendo suas vidas arrebentadas, foi o q me motivou a fazer de novo postagem abrangendo os perigos , mas ha postagens nas quais eu conto como e bom estar com um BOM homem egipcio, assim como foi comigo e Tarek – apesar de nao termos ficado juntos, tivemos filhos, e o amor continuou mesmo que nao terminamos a historia juntos. Bom, mas eu to feliz que agora conheci seu blog. Virei aqui mais vezes acompanhar sua historia. Sempre fico feliz quando vejo uma de nos ou todas nos se possivel .. Feliz – felizes ! Assim, eu espero que as meninas que estao indo para la, viver o grande amor que sonharam, se realizem e sejam muito felizes, mas que se precavejam e investiguem bem os fatos antes de darem qualquer passo que modifque suas vidas por completo ! Salam Beijos ! FRI

  29. O mais importante na minha opiniao e encontrar um lugar onde vc se sinta bem e sinta que tem uma ligacao com Deus e que se sinta proxima dele. Cada pessoa acha uma forma diferente e um lugar diferente, ate porque somos muito diferentes uns dos outros embora Deus seja o mesmo. Eu tentei ler a reportagem porque fiquei curiosa, mas nao consegui :(
    Beijos

  30. Helloooo Marina, i can’t wait for your new posting, what take you so long? I’m already hooked on your blog, it’s lively, inteligent, interesting, and i like to stir things a bit where i visit,ehehehehehehehehe. My habiby is in Skandarany right now, can’t wait for him to came back.
    Take care.

  31. Quanto preconceito, Dolores!!!

    Meu marido é indiano e muito mais limpo e cheiroso do que muito brasileiro! Se vc vier a Salvador, sugiro que pegue um busu (onibus) na estação da Lapa em dia de Ba-Vi. Talvez vc mude seus conceitos em relação a higiene do homem brasileiro!

  32. Olá, Marina

    Já faz bastante tempo que leio seu blog e acho muito interessante. Me identifico com muitas coisas que vc diz, eu tb conheci um egípcio, ele mora no Brasil há 3 anos e quer se casar comigo. Se eu for contar toda a história vou encher esta página, por isso gostaria de manter contato com vc por e-mail para esclarecer muitas dúvidas. Sou católica praticante, muito convicta da minha religião. Lamento por vc não ter se encontrado no catolicismo, mas o importante é que vc está feliz. Existem muitas coisas erradas mesmo, como existem em todas as religiões. Se eu fosse levar isto em consideração, já teria deixado minha Igreja, mas continuo fiel, porque sei que ela é humana, assim como eu, pois tenho muitos defeitos. Continuo fiel porque tenho Jesus Cristo como meu Salvador e acredito profundamente nas verdades reveladas por Ele no Novo Testamento. Sei que é delicado um relacionamento entre uma cristã e um muçulmano e gostaria de saber uma coisa: como vocês lidam com a questão do Islamismo permitir o casamento do homem com mais de uma mulher?

    Abraços.

  33. Oi Marina!
    Moro em Dubai e estou meu namorado eh um Marroquino. Sou evangelica mas tenho lido e estudado o Islam. Admito que a curiosidade partiu por conta dele. Mas devo dizer que estou encantanda com a religiao. Para mim, brasileira, do Rio de Janeiro seria me adaptar aos costumes. Talvez meu coracao ja tenha aceitado, mas eu nao consigo entender a liberdade que perderei em me vestir ou de fazer coisas a hora q eu quiser. Acredito q nada disso afetara minha fe. Ele nao me pressiona em nada, mas sabemos muito bem que para casar terei que me converter. Nao quero deixar de ser o que sou mas tambem nao quero abrir mao desse amor que me faz tao feliz.

  34. As-salam ‘Alaikum Má…

    Eid Mubarak em primeiro lugar !!!

    Amei o post por completo, mas o que motivou meu comentário foi o fato de ter sido incluída, involuntariamente, nesta indecência de reportagem. Reportagem depreciativa e desnecessária, que ocorreu porque umas poucas “sem-noção”
    permitiram. Isso deu uma confusão…
    Enfim…águas passadas (mas não esquecdidas).
    O fato é que independente da religião que se escolhe seguir, o feito deve ser única e exclusivamente por e para Deus, seja Ele chamado de Allah (subhana wata’ala), Yahveh, Jeová, God, Oxalá…não importa. Não se adora a Deus por causa de homem ou amigos. Óbvio que, geralmente, novas informações são apresentadas por alguém, mas não deve ser por esse ou qualquer outro alguém que devemos seguir uma religião.
    Nesses “causos” religiosos a parte boa é que a maioria das pessoas que entram em uma religião por outra causa que não Deus logo se dispersam e “saem fora”; a parte ruim é que alguns dos “desertores religiosos” acabam, por n motivos, fazendo uma má divulgação da religião deixada.
    Nessa situação toda resta pedir que a orientação e a misericórdia de Allahu ta’ala jamais nos falte!!!

    Bjus no seu ♥ Marina.
    Salam

  35. Oi Marina
    Eid Mubarak!!

    Muito obrigada pela sua resposta.
    Com certeza! concordo com tudo que disse… ate porque sou MUITO religiosa mesmo.. mas talvez eu esteja me apegando aos minimos detalhes como todos dizem.. o meu costume de carioca…
    o fato de nao poder ir a praia do Rio com um bikini ou de poder frequentar uma danceteria.. nao estou sabendo lidar com isso..

    ….:-) MUITOS BEIJOS….

  36. tbm amo uma muçulmana

    • Juliana Zamboni

      Olha… É a primeira vez que eu vejo um homem comentando aqui. E no seu caso, se não for muslim, a conversão e obrigatória né, se realmente deseja ficar com ela!!!
      Boa Sorte com sua muçulmana Otávio!

  37. Marina, vc não faz ideia de como está sendo bom pra mim ter encontrado seu blog.
    Me apaixonei por um muçulmano e estou pensando em me reverter para que Deus abençoe nosso amor.
    Como ele é muito religioso, nós nunca nos tocamos, mas a cada dia que passa estamos mais e mais próximos.
    Estou vivendo algo semelhante ao que vc descreveu.
    Faço mil e uma perguntas pra ele por e-mail, tiro todas as minhas dúvidas, e tenho lido bastante também.
    Temos trocado dezenas de e-mails diariamente.
    Me sinto muito tocada pelo Islam e pedi a ele um tempo para que eu sinta no meu coração o momento certo em que deverei fazer meu testemunho e me reverter.
    Obrigada pela espontaneidade, por dividir sua vida com a gente e assim nos encorajar.
    Um grande abraço!

  38. Nossa fiquei fã do seu blog muito bom e interessante voce esta de parabéns!!!

  39. Olá meninas, bom eu estou a seis meses namorando um libanes estou muito feliz, mas a minha maior dificuldade é que conheci o islan e quero me converter, preciso muito conversar com Libanesas ou Brasileiras convertidas, estou explodindo de duvidas me ajudem

  40. Bom ja passou algum tempo, estou pronta para me converter, mas ainda tenho algumas duvidas de ate aonde posso ir, e o que devo fazer, o uso do hijab e uma das questões maiores, pois até onde eu acredito você se converte totalmente ou então não. E meu marido até onde vejo não faz questão que eu use o mesmo. Porque será?
    o que vocês acham?

  41. Marina, também fui tocada pelo “ká” de Alexandria, se assim posso dizer. Estou planejando uma estadia de 2 meses e um curos de árabe por lá. Tens alguma referência de escola? Aqui em Brasília já comecei a cursar árabe no ICAB para não chegar tão desprevenida. Outra pergunta: você conhece outros brasileiros por lá?

  42. Eu estou vivendo uma fase de dúvidas, quero demais ir para meu arabe, mas por outro lado tenho minha familia aqui no Brazil, filhos e netos, porque eu já sou uma avó rsrs… Meu namorado arabe tem 55 anos e é viuvo, eu sou separada a alguns anos mas não divorciada, Hosny quer que eu vá ao seu encontro para casarmos e vivermos juntos o resto de nossas vidas e eu sinto muita vontade de ir, muita mesmo! Sempre que estamos juntos que eu o vejo pela webcam sinto um desejo imenso de estar com ele em uma vida real, ao desligarmos a cam sinto um enorme vazio dentro de mim, ele diz que sente a mesma coisa, é realmente uma situação triste essa de amar a distância, sem toque, sem cheiro.. Hosny quer que eu vá o mais rapido que eu puder inclusive ele banca as despesas de minha viagem,mas não é somente a falta de dinheiro que me impede de ir, tenho tantas dúvidas, ele quer que eu mude meu nome assim que eu chegar lá e que eu me nacionalize egìpcia e abra mão minha cidadânia Brasileira.se voce puder me ajudar a tirar as minhas dúvidas por favor me ajude, Obrigada

  43. sou angolana conheci um rapaz na internet hoje estou casada a três anos ele é muçulmano de nacionalidade chadiano neste momento vivo um momento de muitas duvidas .porque? culturas super diferente este facto sempre sube isto dá-me bastante medo mas amo muito meu marido .ele quero que vou conhecer sua família tenho muito medo
    o que é que eu faço?

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